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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

UM POUCO DE HISTÓRIA - OS EXILADOS DE SÍRIUS

Os Exilados De Sírius
Não foram apenas capelinos os exilados que aportaram na Terra e atuaram intensamente no
seu processo evolutivo.
Ramatís nos esclarece:
“Estavam instaladas no orbe terrícola as condições básicas para a influência dos Maiorais siderais e das instâncias de grau mais elevado no planejamento cósmico; e para a vinda, de outras
constelações, de espíritos mais evoluídos, que trariam conhecimentos e acompanhariam emigrados exilados, que não tinham condições morais de permanecer naquelas instâncias mais evoluídas.
Chega, então, enorme agrupamento de espíritos emigrados, que se estabelecem e formam colônia no Astral da antiga Lemúria e da Atlântida. Os sacerdotes iniciados, líderes daquelas colônias astralinas, trazem consigo o conhecimento esotérico Aumbandhã, significando a própria “Lei Maior Divina”.
Eram de grande mentalismo; dominavam, com desenvoltura rotineira, o que se designa em vosso vocabulário atual como transmutação alquímica, fluidologia e ectoplasmia curativa, materialização e desmaterialização, magnetismo e cromoterapia, desdobramentos dos corpos mediadores físico,
etérico, astral e mental; controlavam, perfeitamente, os elementais, nas suas sete gradações ou sete planos de manifestação. Esses elementais, formas energéticas neutras – não são positivos nem negativos, nem bons nem maus – eram utilizados pelos sacerdotes, magos brancos atlantes, que assim arregimentavam as forças ocultas necessárias à magia, à construção e à evolução das criaturas.
Os lemurianos e os atlantes de pele vermelha não foram procedentes do satélite de Capela, da constelação do Cocheiro;  vieram de um outro orbe, do sistema estelar de  sirius, em que o Sol é uma estrela de intenso amarelo-ouro, inigualável em sua beleza, num mesmo movimento espiritual de transmigração que trouxe os capelinos. Adoradores do Sol, irrepreensíveis magos e alquimistas, transmutavam os metais grosseiros em ouro.
Os capelinos, de cútis branca, tinham uma estrela distante, de minguados raios solares como claridade das manhãs invernais, a iluminá-los. Não por acaso, semelhantes em evolução e em conhecimentos iniciáticos aos de pele vermelha.
Esses migrados, impostos à força coercitiva animal de corpos rudes e primitivos, teriam que adaptar-se à vida selvagem, de condições climáticas inóspitas e perigosas da Terra de então.
Latentes, em sua memória astral, todos os conhecimento e realizações adquiridos anteriormente, contribuiriam para a evolução dos espíritos hominais terrícolas. Por intercessão de espíritos superiores e amorosos, que os acompanharam nessa migração,e por deliberação dos engenheiros siderais, permitiu-se a formação dessa raça vermelha em vosso orbe.
Da amálgama dessas duas raças provenientes de outras paragens do Cosmo, enxotadas do Éden remoto, após os cataclismas que afundaram as civilizações lemuriana e atlante, obrigando-as à migração, constitui-se em solo brasileiro o tronco indígena Tupi, mais avermelhado, e de outro lado do oceano o tronco dos Árias, um misto dessas duas raças-mãe, cujos descendentes foram os celtas, os latinos e os gregos.
A sua pele avermelhada, que originalmente fazia parte da configuração perispiritual dos emigrados, se fez presente quando da reencarnação daqueles exilados. Desventuradamente, deixaram-se levar pela ambição desmesurada e pela magia negra, quando utilizaram todos os conhecimentos iniciáticos milenares gananciosamente, em proveito próprio e para o mal.
Muitos espíritos daqueles antigos lemurianos e atlantes da raça vermelha, que eram exímios curadores, e que em vidas passadas foram alquimistas a serviço das organizações trevosas e dos magos negros e que muito manipularam os elementais da natureza, estão reecarnados e comprometidos com o desiderativo curativo dos semelhantes dos dois lados da vida”.

Chama Crística - Ramatís - Norberto Peixoto - Editora do Conhecimento

1 Sendo um deles o próprio Ramatís.
2 Os atlantes de pele vermelha foram a sub-raça dos toltecas, que formaram, 
entre outras, as nações pele-vermelhas da América do Norte e os incas originais. 
Sua espiritualidade e avançada organização social são ecos de um conhecimento 
longínquo (Notas do Redator).

7 comentários:

  1. Como podem serês de planetas que orbitam o sistema de Sirus A e B com apenas 350 milhões de ano de existência ter evoluído, quando aqui foram necessários mais de 3,5 bilhões de anos? Sírius é um sistema estela muito novo. Essa informação não tem fundamento lógico!

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    1. Dai se vê o quanto estamos atrasados, temos que nos levar por esse exemplo e evoluir em valores morais e deixar a preguiça de lado e obter todo o conhecimento que nos são trazidos pelo cosmos.

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    2. O tempo é relativo. E em se tratando de materia e dimensões..ainda ha muito e muito a se descobrir. Atualmente os cientistas aceitam que o universo tem ao menos 11 dimensões.

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  2. Novamente a lógica né meu amigo! A Ciência! ohhhhh.... Nem tudo é explicado assim!

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  3. Há mais mistérios entre o céu e a Terra...

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  4. Gostaria de ouvir mais sobre a história do povo de Sírius,adorei essa pincelada,mas acho que está na hora de expandir esse conhecimento e revelação de um povo que convive conosco a centenas de anos.Independente de alguns comentários que irão surgir,por favor,ignore-os!Congratulações...

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  5. O Sistema de Sirius "tem" esta idade... mas não necessariamente esta é a idade de seus habitantes... estude mais um pouco.

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